Michael Jackson

Mesmo antes de ser noticiado na nossa comunicação social, já outras redes  se enteiravam da situação. Lia-se nos rodapés das estações de televisão: "Michael Jackson morreu!"

E a bomba estava lançada...

Este homem de 50 anos, conhecido em todo o mundo pelas suas músicas, pela sua excentricidade, complexidade e acima de tudo (pelo menos para mim) ter renegado ás suas origens e querer tornar-se branco. Conseguiu...

Um ícone que arrastava multidões, fãs completamente loucos e alguns que viviam exclusivamente para ele, para o "Rei".

Apesar de nunca ter sido sua grande fã, não posso negar a performance dele em palco e as suas músicas que só ele tão bem as sabia cantar.

O mundo da música, sim fica mais pobre, não tirar o mérito a quem o tem.

Falava-se ontem de paragem cardio-respiratória ou paragem cardiaca. Avançasse agora com "quase" certezas absolutas que morreu de paragem cardiaca. Não me admirava no entanto que tivesse sido uma paragem cardio-respiratória, pois devido ao modo como levou a sua vida, ás suas loucas excentricidades, ás máscaras usadas em público, o oxigénio que já necessitava, o aparelho respiratório deveria estar sem dúvida muito danificado (mas isso são suposições de quem vê de longe sem saber nada do seu processo clinico).

 

Paragem cardíaca

 

 

 "As paragens cardíacas podem produzir-se repentinamente, mesmo em pessoas que nunca tenham evidenciado quaisquer problemas de coração, como resultado de várias alterações agudas, que nem sempre se chegam a esclarecer, ou como complicação de doenças graves e prolongadas. "

 

"A paragem cardíaca pode ser provocada por inúmeros factores; contudo, na maioria dos casos, pode haver um mecanismo comum: a oclusão de uma ou várias artérias coronárias, o que conduz a uma deficiente perfusão e oxigenação do músculo cardíaco. Desta forma, a principal causa da paragem cardíaca é a doença coronária, que pode provocar a morte imediata do paciente ou apresentar-se previamente com as manifestações típicas de um enfarte do miocárdio. O risco é máximo nas primeiras horas que se seguem à produção do enfarte, apesar de se manter significativo ao longo da semana seguinte, o que justifica o controlo permanente do paciente num hospital."   Ver mais aqui

 

Michael Jackson, aqui ou em outro lado qualquer nunca será esquecido, porque isso será de todo impossivel. E porque uma vida como a dele não acaba com a morte...

 

Até sempre!

 

 

  

 

 

 

sinto-me:
publicado por voosdeborboleta às 09:22 | link do post | comentar