Terça-feira, 21.04.09

...

Ontem ajudei a socorrer uma rapariga (na casa dos 20anos), pois tentou fazer um aborto em casa...

Não é algo que me choque pois infelizmente já lidei com "alguns" casos semelhantes, o problema são as mentalidades!!!

O aborto já é legal no nosso país, mas as pessoas esquecem-se que legal não é o mesmo que "vou ali fazer e já venho".

Existem principios e as mulheres são acompanhadas desde que chegam á unidade hospitalar por uma equipa (normalmente médico/a ginecologista/obstectra e psicologo/a), o/a médico/a ginecologista/obstectra terá como função perceber o estado de saúde da mãe e em que ponto se encontra a gestação (confirmação de gravidez/tempo de gestação decorrente). Por seu lado o/a psicologo/a tentará compreender as razões da mulher para  querer abortar. É um processo complexo e depois da consulta a mulher tem 15dias para reflectir, depois volta e toma a sua decisão. Sempre com acompanhamento médico! Sempre!

Se se decidir pelo aborto serão efectuadas as práticas comuns e necessário neste caso.

Sei porque vi imensas vezes mulheres a quererem ser mães na segunda consulta, passados os 15dias concedidos! É um momento muito feliz.

Mas voltando ao caso:

A mulher estava com uma hemorragia, com febre alta (40º),hipotermia e provavelmente eclampsia.

Perfurou o útero com uma agulha de tricot (o famoso método, infelizmente), só que não pensou que já estava quase de 20 semanas e que não iria ser assim tão fácil como julgava.

Depois de lhe prestar os primeiros cuidados e depois de ter pedido para chamarem o INEM tentei perceber a gravidade da situação. Lastimável!

Depois do INEM chegar expliquei a situação deixei-os fazerem o seu trabalho (colocação de oxigénio, soro e monitorização) e de seguida fui-me embora. A minha ajuda estava concluida.

Claro que por força do hábito pedi para que depois me ligassem.

Passado duas horas a M. liga-me dizendo-me que  a situação era bastante complicada, disse-me para eu ir lá tomar café com ela e que me explicava melhor. Lá fui ( tinha saído do trabalho á menos de 2h).

Depois de lá chegar e tomar café, subi ao núcleo para saber da situação. A R. disse-me o mesmo que a  M. me tinha dito, infelizmente as coisas estavam muito complicadas.

Entrei com a M. no ganibete e fui falar com a rapariga. Ainda não lhe tinham feito nada, estavam á espera do resultado das análises e estava com medicação I/V. Tinham entretanto estancado a hemorragia como é lógico mas o pior para aquela rapariga ainda estava para vir.

Depois das ecografias, tomografia e análises estarem prontas decidiram leva-la para o bloco.

Passado algum tempo estava no recobro e com uma sentença: 70% de probalilidade de não voltar a engravidar.

Talvez com muita força de vontade e um golpe do destino esta rapariga um dia quando quiser muito consiga ser mãe...

Está agora a recuperar, mas aquela asneira, essa ela vai pagar em prestações para todo o sempre com muita pena nossa.

Ainda bem que todos os dias ali naquele mesmo piso nascem tantos bébés, ouvem-se tantos choros "pequeninos", existem tantos sorrisos e é ali que tantos casais choram pela primeira vez ao saberem que vão ser pais!

Ainda bem...

 

 

sinto-me: ...
publicado por voosdeborboleta às 13:35 | link do post | comentar | ver comentários (20)
Segunda-feira, 19.01.09

Portugueses preferem sexo a futebol

 

Estudo realizado em 7 países europeus coloca os portugueses no topo dos mais activos

Cerca de 83 por cento dos portugueses prefere praticar sexo a assistir a um jogo de futebol, conclui um estudo realizado pelo Social Issues Research Centre (Centro de Pesquisa de Assuntos Sociais) em 17 países europeus.

Os dados colocam os portugueses como os mais activos da Europa, ao contrário dos espanhóis que preferem ver futebol. Neste caso, o desporto-rei impõe-se a 72 por cento dos vizinhos espanhóis. Estes são precisamente os sexualmente menos activos da Europa, sempre que a alternativa é assistir a uma partida de futebol.

Cerca de 67 por cento dos noruegueses também escolhe o futebol, no caso de ter de decidir. A média da Europa situa-se exactamente nos 50 por cento: metade prefere sexo a outra opta por ver futebol. Mas aqui ficam mais alguns dados: 75 por cento dos italianos prefere sexo a futebol, e o mesmo se passa com 73 por cento dos franceses e 70 por cento dos belgas.

 

(Texto completo retirado daqui.)

 

Bem, surpreendidas ou nem por isso?

sinto-me:
publicado por voosdeborboleta às 12:11 | link do post | comentar | ver comentários (11)

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